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Mostrando postagens de janeiro, 2026

O ENTRETENIMENTO POPULARESCO COMO UM GRANDE NEGÓCIO

Por Alexandre Figueiredo  Você lê as notas a respeito de um ídolo popularesco do passado. Tipo Odair José e Gretchen. A narrativa do crítico musical de plantão descreve mil maravilhas, fazendo crer que nomes assim, tais como outros como Luiz Ayrão, Wando e Benito di Paula, seriam “artistas de vanguarda”. Você, lendo tudo isso, vai dormir tranquilo por achar que se trata de uma “ruptura do preconceito”, de um “reconhecimento do verdadeiro (sic) valor artístico” dado a nomes de fácil sucesso comercial. Feliz da vida, você e seus amigos acabam acreditando que o jabaculê de ontem será o folclore de amanhã. Mas essa narrativa, travestida de um discurso de “objetividade” - à maneira dos artigos dos antigos “institutos” IPES-IBAD em relação às “mazelas” do governo João Goulart em 1964 - , que se estende tanto para tentar relançar um ídolo duvidoso como Michael Sullivan quanto para gourmetizar um hype como João Gomes, é fruto de uma logística de negócios que nada tem a ver com valores cult...