Pular para o conteúdo principal

PREFEITURA DO RIO DÁ INÍCIO ÀS OBRAS NA PRAÇA MAUÁ



Por Alexandre Figueiredo

A Prefeitura do Rio de Janeiro anuncia que dará início, hoje, às obras de recuperação e modernização do pier da Praça Mauá, localizado entre o centro e a Zona Portuária, uma reforma que faz parte do projeto de revitalização da área, que envolve um dos principais acessos ao Rio de Janeiro, seja pela via marítima, seja pela Avenida Rodrigues Alves, por sua vez um acesso para várias rodovias como a Av. Brasil e a Ponte Rio-Niterói.

A Praça Mauá surgiu como uma antiga praia, a Praia de Nossa Senhora, popularmente conhecida como Prainha. Sua atual estrutura data de 100 anos atrás, pois foi em 1910 a construção do Porto do Rio de Janeiro, para permitir o atracamento de grandes embarcações.

Atualmente o lugar é um descampado, e a área limita-se a ser um reduto de boemia e prostituição, sendo no entanto um lugar bastante arriscado devido à criminalidade motivada sobretudo pelas drogas.

O pier é a segunda obra a ser iniciada dentro de um conjunto de intervenções urbanísticas a serem feitos na região nos próximos anos, através da realização do projeto Porto Maraviha, que foi lançado em junho último e que prevê investimentos no valor de R$ 200 milhões.

A área do novo parque será de aproximadamente 30 mil metros quadrados, e neles serão instalados quiosques, restaurantes, banheiros públicos, anfiteatro ao ar livre, lâmina d’água, espaço multiuso e estacionamento. O custo das obras foi calculado em R$ 26,8 milhões e o prazo de execução do trabalho será de um ano.

A primeira ação do Projeto Maravilha já está em andamento. A construção de uma alça rodoviária na Avenida Brasil pretende resolver o problema do tráfego intenso de caminhões resultante da atividade portuária.

FONTES: Prefeitura do Rio de Janeiro, Blog Marcílio.Com

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

IPHAN TOMBA CENTRO HISTÓRICO DE JOÃO PESSOA

Por Alexandre Figueiredo No dia 05 de agosto de 2008, o Centro Histórico da cidade de João Pessoa, capital da Paraíba, passa a ser considerado patrimônio histórico. Uma cerimônia realizada na Câmara Municipal de João Pessoa celebrou a homologação do tombamento. No evento, estava presente o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Luiz Fernando de Almeida, representando não somente a instituição mas também o ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, ausente na ocasião. Luiz Fernando recebeu dos parlamentares municipais o título de "Cidadão Pessoense", em homenagem à dedicação dada ao Centro Histórico da capital paraibana. Depois do evento, o presidente do IPHAN visitou várias áreas da cidade, como o próprio local tombado, além do Conjunto Franciscano, o Convento Santo Antônio e a Estação Cabo Branco, esta última um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer que foi inaugurado no mês passado. Luiz Fernando de Almeida participou também da abertura da Fei...

A POLÊMICA DA HISTÓRIA DAS MENTALIDADES

Por Alexandre Figueiredo Recentemente, a mídia lançou mão da história das mentalidades para legitimar tendências e ídolos musicais de gosto bastante duvidoso. O "funk carioca", o pagode baiano, o forró-brega, o breganejo e outros fenômenos comerciais da música feita no Brasil sempre lançam mão de dados biográficos, de sentimentos, hábitos pessoais dos envolvidos, chegando ao ponto da ostentação da vida pessoal. Também são mostradas platéias, e se faz uma pretensa história sociológica de seus fãs. Fala-se até em "rituais" e as letras de duplo sentido - na maioria das vezes encomendada por executivos de gravadoras ou pelos empresários dos ídolos em questão - são atribuídas a uma suposta expressão da iniciação sexual dos jovens. Com essa exploração das mentalidades de ídolos duvidosos, cujo grande êxito na venda de discos, execução de rádios e apresentações lotadas é simétrico à qualidade musical, parece que a História das Mentalidades, que tomou conta da abordagem his...

JUSTIÇA SUSPENDE OBRA EM ÁREA DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE SALVADOR

Por Alexandre Figueiredo A 1ª Vara de Justiça Federal, acatando ação movida pelo Ministério Público Federal e pelo IPHAN, suspendeu as obras de construção de um edifício em área da antiga Mansão Wildberger, considerada ilegal por desobedecer à Portaria n° 10, de 10 de setembro de 1986. A portaria prevê, em seu artigo 2, que "as obras e atividades a serem realizadas em bem tombado pelo Poder Público Federal ou nas áreas de seus respectivos entornos, que estejam sujeitas a licenciamento municipal, deverão ser precedidas de aprovação da SPHAN (atual IPHAN)". O encaminhamento do caso à Justiça Federal se deu com base no artigo 109, parágrafo I, da Constituição Federal, e da Súmula N° 150, do Superior Tribunal de Justiça. Em dezembro passado, a Procuradoria da República expediu recomendação à SUCOM (Superintendência de Uso e Controle da Ocupação do Solo do Município), à SEPLAM (Secretaria de Planejamento Municipal) de Salvador e à Procuradoria Geral do Município para não expedirem...